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De 8 a 26 de Maio decorreu na Biblioteca Pública de Évora uma pequena encenação dirigida às crianças do jardim de infância. Este teatro intitulado “Histórias Baralhadas”, fez parte de um trabalho de Estágio na área da Educação de Infância, orientado pela Professora Ana Artur.

As três estagiárias construíram todo um cenário infantil, onde as histórias tradicionais se encontravam baralhadas. Ao mote de “Era uma vez…” as personagens tradicionais foram surgindo: o Capuchinho Vermelho e o Lobo Mau, a Cinderela, a Carochinha e o João Ratão.

Após a representação do teatrinho, as estagiárias estabeleceram uma interacção pedagógica com o público, de forma a que este identificasse as personagens representadas, através de uma variada amostra de literatura infantil.


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2 thoughts on “Histórias Baralhadas

  1. Parabéns pela actividade! Seguramente o texto que serviu de base a esta encenação terá sido o livro de Ana Saldanha «Ninguém dá prendas ao Pai Natal», não? Suponho que, como não era Natal, o velhote das barbas brancas tenha folgado!!! Talvez esteja a banhos com a Lilo e o Stitch… algures no Hawai, perto da terra que os tornou famosos e onde a indústria da cultura infantil se desenvolveu ( e “imperializou”) desde o pai Disney.De qualquer modo, lá pelo Natal, peguem no livro da Ana Saldanha e leiam-no às crianças que andarem por perto. Vão ver que, mesmo sem animação teatral, uma simples leitura expressiva faz muito pelo texto…e pelos leitores!

  2. Parabéns pela actividade! Seguramente o texto que serviu de base a esta encenação terá sido o livro de Ana Saldanha «Ninguém dá prendas ao Pai Natal», não? Suponho que, como não era Natal, o velhote das barbas brancas tenha folgado!!! Talvez esteja a banhos com a Lilo e o Stitch… algures no Hawai, perto da terra que os tornou famosos e onde a indústria da cultura infantil se desenvolveu ( e "imperializou") desde o pai Disney.De qualquer modo, lá pelo Natal, peguem no livro da Ana Saldanha e leiam-no às crianças que andarem por perto. Vão ver que, mesmo sem animação teatral, uma simples leitura expressiva faz muito pelo texto…e pelos leitores!

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